PROPOSTAS DOS PATRONAIS REJEITADAS:
SESCON –
O SESCON propõe um aumento salarial de 0,25% para quem tem salário até R$ 8.157,41;
Para quem tem salário entre R$ 8.157,42 até R$ 16.314,82, eles dão aumento salarial o (zero), simplesmente repondo o que esses empregados já perderam para a inflação nos últimos 12 meses;
Para quem tem salário igual ou superior a R$ 16.314,83, eles não garantem nem mesmo o que esses empregados já perderam para a inflação nos últimos 12 meses.
Nos pisos salariais que já são ridículos, propõem um aumento real de pouco mais de 1% (um por cento) e se recusam a conceder aumento real no valor do Vale Refeição, triênio, reembolso creche e extinção do abono único conquistado no ano passado, entre outros absurdos.
Proposta recusada e negociações continuam sem qualquer previsão de conclusão.
SECOBESP –
Quer formalizar norma coletiva por período de 2 anos, mas se recusa conceder aumento real de salários, propondo a atualização salarial com base numa média apurada pelos índices do INPC, IPCA e IPC, a qual corresponde em média em 0 (zero) de aumento real.
As demais reivindicações de aumento real no vale refeição, ampliação do período de pagamento do auxilio creche e aumento substancial nos pisos, estão sendo igualmente repelidos pelo patronal, razão pela qual, as negociações continuam sem qualquer previsão de solução.
SELEMAT –
Se as propostas dos patrões da contabilidade, assessoramento e da cobrança são estúpidas, a dos donos das empresas de cobrança e recuperação de crédito, são, além disso, uma falta de vergonha e respeito aos empregados. Propuseram apenas e tão somente o valor de R$ 2,00 (dois reais) acima do salário mínimo paulista, no piso salarial dos empregados administrativos.
No demais se recusam a dar qualquer aumento salarial (reajuste zero), apenas repondo o que a inflação já correu nos salários dos empregados nos últimos 12 meses.
SINSA e SINAC
O sindicato patronal das Sociedades de Advogados não apresentou qualquer proposta para renovação da convenção coletiva e o patronal SINAC, que representa as Administradoras de Consórcios, apresentaram proposta de aumento salarial zero (0%), tendo sido recusada de plano e negociações continuam também sem qualquer previsão de solução.





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